A trajetória
Desde moleque, o caderno era meu refúgio. Eu desenhava o que vivia: a rua, o corre, o meu jeito de enxergar o mundo. Foi assim que a arte virou parte de quem eu sou.
Com o tempo, o traço saiu do papel e foi pra parede. Mergulhei no grafite e na cultura underground e, nessa caminhada, cruzei com tatuadores que já estavam na estrada. Vendo de perto, bateu a curiosidade: a pele também podia ser tela.
Não esperei a oportunidade cair do céu. Fui estudar, treinar e lapidar a técnica, e poucos meses depois fiz meu primeiro curso. Dali pra frente, foi só evolução.
Hoje são 4 anos de estrada e mais de 700 trabalhos eternizados na pele. Cada um carrega um pouco da minha história e da confiança de quem sentou na minha cadeira.
O resto é história.
